O festival decorrerá de 18 a 29 de março em vários espaços de Lisboa e, por ser uma edição comemorativa, não terá um país convidado.

"Aos vinte anos ainda temos alguma coisa de ‘teenager’, e perguntamos: que país vamos convidar? O mundo", afirmou um dos diretores da Monstra, Fernando Galrito, hoje numa apresentação à imprensa, em Lisboa.

Esse mundo que a Monstra quer convidar inclui filmes dos países que já estiveram em destaque nas edições anteriores, uma retrospetiva de grandes realizadores e obras de países que integram a Organização das Nações Unidas (pelos 75 anos da sua fundação).

Entre os convidados da Monstra estará o autor espanhol de BD e realizador Miguelanxo Prado, por conta do filme "De Profundis", que incluirá uma exposição com 60 desenhos originais.

Olhando para trás, o festival contabilizou um milhão de espectadores, metade dos quais crianças e jovens, e mais de 15 mil filmes exibidos.

Um dos papéis principais da Monstra tem sido unir as pessoas através do cinema de animação e mostrar diferentes cinematografias para os mais novos, referiu Galrito ao apresentar estes dados dos vinte anos.

Nesta edição, que tem como convidado “o Mundo”, estarão representados 96 países e serão dedicadas retrospetivas a “grandes realizadores mundiais”, havendo três estreias mundiais, de filmes de Portugal, do Canadá e dos Estados Unidos.

Para a competição de curtas-metragens foram selecionados 183 filmes, de 3.553 inscritos e para a de longas foram sete entre 57 inscrições. Os filmes em competição são provenientes de 82 países.

Além dos filmes, o programa inclui seis exposições, uma das quais – “O mundo animado de Tim Burton”, no Museu da Marioneta – inaugurada em 05 de fevereiro.

A Sociedade Nacional de Belas Artes acolhe “O Mundo em Animação”, composta por três mostras, e o Instituo Cervantes recebe uma exposição dedicada a “De Profundis”, do autor de banda desenhada galego Miguelanxo Prado. A mostra que assinala os 20 anos do Monstra estará patente do cinema São Jorge.

As sessões de música incluem a exibição de “Solar Walk”, de Réka Bucsi com acompanhamento pela Big Band da Escola Superior de Música de Lisboa, e a atuação do trio TimeSpine, composto por Adriana Sá, John Klima e Tó Trips.

A programação do Monstra inclui ainda oficinas, ‘masterclasses’ e conversas, que contam com a participação, entre outros, de Kamila Kater, Rodostina Nykova, Joan Grantz, Miguelanxo Prado e Spela Kadez.

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