Os Gorillaz, que surgiram em 1998 pela mão do músico Damon Albarn, dos Blur, e do artista visual Jamie Hewlett, combinando hip-hop, eletrónica, dub, pop e rock, são os últimos a subir ao palco principal do festival.

A face visível dos Gorillaz é ficcional, com as músicas a serem interpretadas em vídeos oficiais por personagens desenhadas por Hewlett: 2D, Murdoc, Noodle e Russel Hobbs.

Ao vivo, os Gorillaz já se apresentaram de várias formas, com os músicos verdadeiros a tocarem atrás de uma tela, onde surgiam aquelas quatro personagens, em projeções virtuais e mais recentemente com toda a banda em palco, visível para a audiência.

Em duas décadas, editaram sete álbuns, sendo o mais recente “Song Machine, Season One: Strange Timez”, de 2020.

Pavement estreiam-se hoje em palcos portugueses

Em junho de 2019, os Pavement anunciaram que iriam voltar a reunir-se em palco no ano seguinte. Um desses reencontros estava marcado para o NOS Primavera Sound, mas a pandemia da covid-19 acabou por adiar o plano dois anos.

A banda liderada por Stephen Malkmus sobe este ano aos palcos mais uma vez, desde que se separou em 1999, depois de o ter feito numa digressão mundial em 2010, que não passou por Portugal.

Com o estatuto de banda de culto e apenas cinco álbuns de estúdio na discografia, os Pavement são compostos por Scott Kannberg, Mark Ibold, Steve West e Bob Nastanovich, além de Malkmus.

Além dos Pavement, o festival tem hoje também Beck como cabeça de cartaz. Para o músico este é um regresso a Portugal, onde atuou várias vezes desde o final dos anos 1990, a última das quais em 2008, em Lisboa.

Além dos Pavement e de Beck, atuam ainda hoje, no palco principal, Beach Bunny e Slowdive. Os concertos neste palco começam às 18:00, mas a música começa a ouvir-se no recinto às 17:00, nos palcos Cupra, onde atuam Holy Nothing, Rina Sawayama, King Krule e Arnaldo Antunes, e Super Bock, onde atuam Montanhas Azuis, María José Llergo, Amaia e 100 Gecs.

Nick Cave & The Bad Seeds, Tame Impala, Pavement e Beck foram outros cabeças de cartaz do festival, que reuniu mais de 60 bandas e artistas, nacionais e estrangeiros, desde quinta-feira, e que tem as últimas atuações marcadas para a próxima madrugada, às 04:30.

No festival há ainda outros dois palcos, por onde vão passar Rita Vian, Shellac, Rolling Blackouts Coastal Fever, Jehnny Beth, Chico da Tina, Mvria, D.Tiffany, Aurora Halal, Special Request e Avalon Emerson.

No recinto, além dos cinco palcos, há um espaço de restauração, onde não faltam “petiscos tradicionalmente portuenses”, e o Primavera Market, com bancas de 18 marcas “de áreas tão diferentes como moda, artesanato urbano e até um estúdio de tatuagens”.

Na 9.ª edição, o festival mantém a utilização de copos reutilizáveis, que têm o custo de um euro e podem ser usados "as vezes necessárias durante o evento, não sendo possível efetuar a sua devolução”.

Para chegar ao recinto, há várias carreiras da STCP que param nas imediações do festival. Para abandonar o recinto, aquela empresa de transportes criou uma ligação direta entre a Praça Cidade Salvador e os Aliados, com várias paragens ao longo do percurso, e que funciona entre a 01:00 e as 07:00.

Quem optar pelo Metro deverá usar a linha azul, que funciona entre as 06:00 e a 01:00, e sair na estação Matosinhos Sul.

Além disso, haverá um parque para bicicletas na entrada do recinto.

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