Segundo a editora, a versão portuguesa terá tradução de Pedro Serrano e Angelina Barbosa.

Este é o primeiro escrito de Bob Dylan depois de receber o Nobel da Literatura, em 2016, e o primeiro livro em 18 anos, depois de ter publicado em 2004 o biográfico “Crónicas, volume 1”.

Em “A Filosofia da Canção Moderna”, o músico reúne 60 ensaios sobre o trabalho de composição de cantores e músicos como Nina Simone, Hank Williams e Elvis Costello.

“Bob Dylan revela muito do que aprendeu ao longo dos anos, abordando com pormenor, e por vezes ironia, questões quase técnicas, como a ratoeira das rimas fáceis ou como o acréscimo de uma sílaba pode prejudicar uma canção. Mas, embora sejam reflexões sobre música, são também, na realidade, meditações sobre a condição humana”, revela a Relógio d’Água.

O livro, que começou a ser escrito em 2010, integra também “uma cuidadosa seleção” de 150 fotografias.

Nos Estados Unidos, o livro sairá pela editora norte-americana Simon & Schuster, com o título original “The Philosophy of Modern Song”.

Bob Dylan, 80 anos, figura incontornável da história da música popular norte-americana, soma quase 40 álbuns discográficos – o último dos quais editado em 2020 – e mais de 125 milhões de discos vendidos em todo o mundo.

Em 2016, foi distinguido com o Nobel da Literatura por, segundo a Academia Sueca, “ter criado novas expressões poéticas no âmbito da música norte-americana”.

Em Portugal, a obra literária do autor tem sido publicada pela Relógio D’Água, designadamente o primeiro (e até agora único) volume da autobiografia, “Crónicas”, o livro de ficção experimental “Tarântula” (de 1966), e os dois volumes de “Canções” (1962-1973 e 1974-2001).

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