“A noite de 24 de julho conta com todos os ingredientes para marcar de forma inequívoca a passagem de Diana Krall por Portugal em 2019. O espetáculo da cantora canadiana conta com um convidado muito especial: Joe Lovano. O saxofonista norte-americano junta-se em palco para momento único e raro que marca certamente a 16.ª edição do EDP CoolJazz”, refere a promotora num comunicado hoje divulgado.

Joe Lovano, além de ser “considerado um dos melhores saxofonistas do mundo”, toca também clarinete, flauta e bateria.

“Nascido em Cleveland, Ohio, em dezembro de 1952, inspirou-se ao longo dos anos em músicos como John Coltrane, Dizzy Gillespie ou Sonny Stitt. Lovano é um mestre dos clássicos do jazz, tendo mais de 20 discos gravados em nome próprio e mais outros tantos em colaborações”, lembra a promotora.

Diana Krall, que contará ainda em palco com Robert Hurst (contrabaixo) e Karriem Riggins (bateria), atua no Hipódromo Manuel Possolo.

Este ano, o cartaz do Cool Jazz, que decorre ao longo do mês de julho em vários locais do concelho de Cascais, também inclui Tom Jones, Jamie Cullum, Snarky Puppy, Jacob Collier, The Roots, Jessie J e Kraftwerk.

Caminho faz nova edição d’“Os Dois Irmãos” do Prémio Camões Germano de Almeida

Uma nova edição do romance “Os Dois Irmãos”, de Germano Almeida, com uma nova capa de autoria de Rui Garrido, é publicada no próximo dia 19, anunciou hoje a Editorial Caminho.

A história que inspirou Germano de Almeida, distinguido em 2018 com o Prémios Camões, aconteceu em 1976, na ilha cabo-verdiana de Santiago, tendo o autor, na ocasião, como delegado do Ministério Público, sido responsável pela acusação de "André, autor do crime de fratricídio”, como explica na apresentação do livro.

“Só muitos anos depois percebi que ‘André’ nunca mais me tinha deixado em paz. Devo-lhe por isso este livro no qual a realidade se confunde com a ficção”, afirma Germano de Almeida, autor que participa no festival literário Correntes d’Escritas, a abrir no próximo fim de semana, na Póvoa de Varzim.

Esta é a terceira edição da obra, com uma tiragem de 500 exemplares, desde que o romance do autor cabo-verdiano foi publicado pela primeira vez em 1994. O romance foi adaptado ao cinema por Francisco Manso, que já tinha filmado a obra de estreia de Germano de Almeida, “O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo” (1991).

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