O prémio, criado pelo governo sueco, tem um valor monetário de 570 mil euros e pretende reconhecer anualmente o trabalho de escritores e ilustradores que trabalhem no universo literário para os mais novos, e de organizações que promovam a leitura.

Este ano, havia 240 candidatos de 67 países, entre os quais quatro autores portugueses: Catarina Sobral, Bernardo P. Carvalho, António Jorge Gonçalves e Maria Teresa Maia González.

A organização decidiu atribuir o prémio à autora sul-coreana Baek Heena, nascida em Seul em 1971, com trabalho em cinema de animação e livros ilustrados para a infância.

O júri destacou a originalidade técnica e artística da autora, com recurso, por exemplo, a técnicas mistas e à modelagem de pequenas figuras, e que imprimem uma nova vida ao livro enquanto objeto.

Baek Henna é autora de mais de uma dezena de livros para a infância, estando alguns traduzidos e publicados fora da Ásia, nomeadamente “Cloud Bread”, a primeira obra, e “I am a dog”, editada em 2019.

Criado em 2002 pelo governo da Suécia, em homenagem à escritora Astrid Lindgren, o prémio foi atribuído em 2019 ao autor belga Bart Moyeaert.

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