De acordo com o museu, a performance, denominada "Libertas — Da condição de pessoa livre", combina uma travessia pelo Tejo de barco, a partir da Estação Fluvial de Belém, com uma marcha pacífica em que se cantará o “Coro dos Escravos” da ópera “Nabucco”, de Verdi.

A performance questiona a ideia de liberdade do ser humano, de quem tem a liberdade de falar, e das fronteiras que existem constantemente entre sociedades, classes, grupos e indivíduos.

Vasco Araújo lançou um ‘open call’ público a todas as pessoas interessadas, que residam ou não em Lisboa e arredores, às quais propõe uma performance onde cada um venha juntar-se ao grupo e cantar o “Coro dos Escravos” da ópera “Nabucco”, de Verdi, na sua versão original, em italiano.

Este trecho musical constitui até hoje um dos hinos contra a opressão, visto que, a Lombardia, em 1842, província italiana do império austro-húngaro, aspirava à liberdade, recorda um texto sobre a exposição/performance.

O grupo irá desembarcar em Belém e realizar o percurso a pé até ao MAAT, numa marcha de protesto, pacífica, a cantar. Cada participante terá de ir vestido totalmente de branco, com as suas próprias roupas.

De acordo com o MAAT, todas as pessoas interessadas podem participar, inscrevendo-se até ao dia 24 de maio, sexta-feira, através do correio eletrónico libertas.maat@gmail.com.

(Notícia corrigida às 16h42 de 23/05/2019: corrige-se o nome da exposição e da performance)

 

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