Este novo parque no centro de Lisboa, que faz a articulação entre o Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian e o corredor verde de Monsanto, devolveu “mais natureza e ecologia” a uma zona da cidade que era “tomada pelos automóveis”.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que inaugurou o espaço em dia de Santo António (feriado municipal) disse aos jornalistas que “este parque é uma grande conquista da cidade”, sublinhando que “são seis hectares numa zona tomada pelo automóvel e que foi transformada num dos maiores parques urbanos” de Lisboa.

“Este parque traduz todos os exemplos que Gonçalo Ribeiro Telles ao longo de décadas nos ensinou de como devia e podia ser uma cidade. Uma zona com menos área para a circulação automóvel”, frisou Fernando Medina.

Segundo o autarca, trata-se de “uma aérea em harmonia com a natureza e com a ecologia, onde se mostra aquilo que será o percurso normal da água, o conjunto de mais de 1000 árvores plantadas” e onde se utiliza técnicas de sequeiro, além do parque infantil e das zonas de lazer e para práticas desportivas.

Fernando Medina disse ainda que este parque vai desenvolver-se ao longo dos próximos anos com a plantação de novas espécies e o crescimento das árvores.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.