"Fernando Medina será um presidente da Câmara de Lisboa por mérito próprio", acentuou António Costa, atual primeiro-ministro e presidente da Câmara de Lisboa entre 2007 e 2015, no breve discurso que fez no Jardim do Palácio Galveias, durante a sessão de apresentação da candidatura socialista à presidência da autarquia da capital.

Na sua intervenção, António Costa falou quase exclusivamente sobre as principais qualidades de Fernando Medina, o dirigente do PS que lhe sucedeu na presidência da câmara de Lisboa a partir de abril de 2015.

"Não sei se já repararam, mas Fernando Medina é o único que é verdadeiramente candidato a presidente da Câmara de Lisboa, porque há aqueles que concorrem para recuperar um mandato que por sectarismo perderam em 2007 e há outros que concorrem para procurar manter os mandatos que têm. Depois, há outros que concorrem para saber quem é hoje mais popular na direita portuguesa aqui na cidade", justificou o líder socialista.

De acordo com o secretário-geral do PS, Fernando Medina é em primeiro lugar "um agregador de vontades", o que disse estar bem simbolizado na mandatária da candidatura, a fadista Mariza, que "fez a ponte no fado entre as gerações mais velhas e mais novas, combinando inovação de tradição".

Com o ex-candidato presidencial Manuel Alegre sentado na primeira fila, assim como Manuela Eanes, mulher do general Ramalho Eanes, sentados na primeira fila, António Costa defendeu depois que o seu sucessor na Câmara de Lisboa se caracterizou como tendo "uma visão de cidade".

"Uma visão que soube transformar em realidade", disse, dando como exemplos as obras de requalificação da Avenida da República, do Bairro Padre Cruz, do Cais do Sodré, ou dos Jardins do Palácio Galveias.

Aqui, neste ponto, Costa deixou mais um elogio ao antigo secretário de Estado dos executivos de José Sócrates.

Para o atual primeiro-ministro, Fernando Medina "não se limitou a gerir a herança que recebeu" quando assumiu a presidência da Câmara, "tendo a coragem de fazer obra".

Nas primeiras filas da plateia estavam também os ministros das Finanças, Mário Centeno, da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, do Mar, Ana Paula Vitorino, e Adjunto do primeiro-ministro, Eduardo Cabrita.

Compareceram ainda a esta sessão antigos ministros socialistas como Correia de Campos, Jorge Coelho ou António Vitorino, assim como Isabel Soares, filha do antigo Presidente da República Mário Soares, e o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.

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