Em declarações à imprensa, Pedro Portugal Gaspar, inspetor-geral da ASAE, anunciou que o propósito desta ação consiste na substituição da "destruição" dos artigos pela "doação".

Na sede da Associação para a Cooperação, Cultura e Desporto entre Portugal e São Tomé e Príncipe, o inspetor-geral da ASAE enumerou alguns dos artigos doados, desde chapéus, calças, camisas até calçado, que posteriormente serão enviados para São Tomé e Príncipe.

"Há material de apoio e de vestuário que é uma satisfação de necessidades básicas. Esse é o princípio central", salientou o inspetor-geral da ASAE garantindo que os bens doados "estão em ótimas condições".

Segundo Pedro Portugal Gaspar, a ASAE tem realizado doações pelo território nacional, mas a escolha de São Tomé e Príncipe deveu-se ao facto de ser um país "com dificuldades" e também pela ASAE ter um parceiro como a Cáritas Diocesana de São Tomé e Príncipe que assegura uma "melhor distribuição" do material pela comunidade local.

O inspetor-geral da ASAE frisou que esta segunda utilização dos artigos representa de "algum modo transformar o mal em bem", isto é, "situações que foram feitas com um fim ilícito e uma utilização de economia ilegal ou informal" têm agora uma "utilização socialmente relevante".

Pedro Portugal Gaspar referiu ainda que os 800 artigos foram recolhidos em cerca de oito a dez operações realizadas.

Presente na entrega das peças de vestuário, Fernando Ventura, da Cáritas Diocesana de São Tomé e Príncipe, disse à imprensa que as peças doadas "vão fazer a diferença na vida de muitas pessoas".

Fernando Ventura agradeceu a todas as pessoas e assegurou que a Cáritas irá distribuir os artigos doados.

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