Ismail Kawasi, porta-voz do ministro da Saúde afegão, confirmou o novo balanço de vítimas mortais e de feridos na sequência da explosão, perto de uma porta lateral do tribunal por onde os funcionários judiciais costumam sair após o dia de trabalho.

Um porta-voz do Ministério do Interior, Najib Danish, adiantou que uma investigação está neste momento em curso, realçando que nem todas as vítimas foram já identificadas.

O suicida foi a pé até perto dos funcionários judiciais que saíam do edifício e detonou um colete com explosivos, relatou Najib Danish. O atentado ocorreu às 16:00 hora local (11:30 em Lisboa).

Até ao momento, nenhum grupo terrorista reivindicou o atentado. No entanto, os talibãs têm vindo a atacar os tribunais — especialmente o Supremo e os seus funcionários — tanto na capital como nas outras províncias afegãs.

O atentado bombista em Cabul surge horas depois de um outro ataque à bomba que matou um alto responsável do governo regional da província de Farah. Um porta-voz dos talibãs, Qari Yusouf Ahmadi, disse que o grupo reivindicou este ataque bombista à beira da estrada.

Uma porta-voz da polícia de Farah, Iqbal Baher, disse que Abdul Khaliq, o mais alto responsável do distrito de Khak-e-Safed, estava a caminho de casa vindo da mesquita quando uma bomba explodiu na beira da estrada em Farah.

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