“O que pretendemos é que haja dados concretos sobre a capacidade de resposta do Aeroporto de Beja”, uma vez que “não há nada nem ninguém que nos diga” se este “tem ou não capacidade para ser uma alternativa a esses dois aeroportos”, justificou à agência Lusa o autarca alentejano.

A proposta para a realização de um estudo independente, a realizar por uma empresa especializada, foi apresentada por João Português (CDU), na semana passada, durante uma reunião da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que contou com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Segundo o presidente da Câmara de Cuba, recentemente, tem-se assistido a “algumas trocas de informações relativamente à capacidade ou não do Aeroporto” de Beja.

“Há inclusive assembleias municipais", como as de Lisboa e Beja, "a pronunciar-se sobre o assunto e a dizerem que Beja merece uma oportunidade” e que o aeroporto deveria “ser aproveitado em termos da vertente de passageiros”, disse.

Nesse sentido, o autarca defendeu que se deve avançar com o estudo, para se “saber realmente quais são as condições do aeroporto, como é que ele pode operar, o que é necessário para poder dar uma resposta ou se, neste momento, tem todas as condições” para ser alternativa a Lisboa e Faro.

“Nem o próprio Governo, neste momento, tem condições ou um estudo feito para dizer se o Aeroporto de Beja pode operar ou não” e esse estudo “deve partir da CIMBAL”, para que “haja uma possibilidade” daquele “se afirmar e ser uma opção”, acrescentou.

Na opinião do autarca comunista, o Aeroporto de Beja “poderia estar a ter todo o tipo de aproveitamento, fundamentalmente na carga”, mas “também na vertente de passageiros”.

“Com toda esta pressão que existe nos aeroportos” de Lisboa e de Faro, “é a altura fundamental para que o Aeroporto de Beja se afirme e acho que todos os autarcas [da CIMBAL] vão votar favoravelmente à realização deste estudo”, afiançou.

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