A Direção Geral de Segurança da Arábia Saudita disse hoje em comunicado que os “244 infiltrados” foram detidos por tentarem entrar sem autorização na cidade sagrada de Meca para cumprir a grande peregrinação (‘hajj’), um evento que todos os anos é participado por milhões de muçulmanos mas que foi limitado por razões sanitárias.

O governo saudita reiterou que “está estritamente proibida a peregrinação a todos aqueles que não estão autorizados” a entrar e que vai instalar meios de segurança junto das mesquitas de Meca para “impedir que os ‘infiltrados’ se aproximem dos lugares sagrados”.

As detenções ocorreram no primeiro dia da grande peregrinação anual da Meca, que todos os muçulmanos devem realizar uma vez na vida se as condições físicas e económicas o permitirem.

Este ano, as autoridades limitaram o número de peregrinos a pouco mais de mil e apenas aos que se encontram no reino saudita.

Hoje, centenas de peregrinos com máscaras de proteção sanitária e desinfetante deram início aos rituais do ‘hajj’, depois de terem permanecido de quarentena em hotéis na cidade de Meca onde foram submetidos a testes médicos de despistagem.

De acordo com a agência de notícias oficial saudita, SPA, cada grupo de 50 peregrinos tem um responsável que tem como missão garantir que se cumpram os requisitos sanitários: uso da máscara e respeito pela manutenção da distância de segurança.

Os peregrinos são depois transportados de autocarro aos locais sagrados do Islão, nomeadamente ao local onde se encontra a “Kaaba”, em Meca.

Os cidadãos sauditas que realizam este ano a peregrinação são profissionais de saúde do reino.

Na Arábia Saudita morreram 2.789 pessoas de covid-19 e foram registados 270 mil casos de contágio.

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