A organização anticorrupção Sherpa, o Coletivo de Partes Civis para o Ruanda (CPCR) e a Ibuka France (a principal associação de sobreviventes do genocídio) acusaram o grupo bancário de ter permitido o “financiamento para a compra de 80 toneladas de armas, usadas para perpetrar o genocídio”.

De acordo com a ONU, 800 mil pessoas, essencialmente da minoria ‘tutsi’, morreram no Ruanda, em 1994.

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