Numa situação normal, estes relatórios já deveriam ter sido enviados pelos bancos, mas o regulador e supervisor bancário anunciou a prorrogação dos prazos em abril, considerando que é de “particular importância” a qualidade da informação financeira e prudencial no atual contexto económico.

O Banco de Portugal prolongou ainda, para 12 de junho, o reporte de informação financeira em base individual e o reporte de informação para fins de supervisão aplicável às sociedades financeiras, assim como a informação sobre empresas incluídas no perímetro de consolidação e sobre a evolução da carteira de crédito.

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