“Já escrevi para Roma e pretendo fazer avançar o processo de canonização”, afirmou hoje Manuel Linda num encontro com jornalistas.

Para o bispo do Porto, António Barroso é “uma figura grandiosa da diocese do Porto”.

A 17 de junho, o Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as “virtudes heroicas” de António José de Sousa Barroso (1854-1918), indica a agência Ecclesia, segundo a qual “esta é uma fase central do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, penúltima etapa para a declaração da santidade.

António Barroso nasceu em Barcelos a 05 de novembro de 1854, tendo-se formado no Colégio das Missões Ultramarinas de Cernache do Bonjardim, de 1873 a 1879.

Foi ordenado sacerdote missionário em 20 de setembro de 1879, seguindo para o Congo, Angola, Moçambique e Meliapor, na Índia, antes de assumir a Diocese do Porto em 1899.

O antigo bispo do Porto ficou célebre pela forma como lutou contra a perseguição feita à Igreja Católica na sequência da Implantação da República Portuguesa, tendo mesmo sido preso e levado a Lisboa.

A diocese irá organizar em junho no Porto o colóquio “Entre a Monarquia e a República – os tempos de D. António Barroso” e assinalar a 31 de agosto o centenário da morte do antigo bispo em Barcelos, local onde se encontra sepultado.

O processo de canonização do padre Américo, fundador da Casa do Gaiato em 1940, também conhecida como Obra da Rua ou Obra do Padre Américo, está também em curso há vários anos.

Américo Monteiro de Aguiar (1887-1956) idealizou a obra da rua em São Pedro de Alva, Penacova, onde fundou a primeira Casa da Colónia. A 07 de janeiro de 1940 funda a primeira Casa do Gaiato no lugar de Bujos, em Miranda do Corvo.

A segunda Casa do Gaiato, no mosteiro beneditino de Paço de Sousa, seria o local escolhido para o surgimento da Aldeia do Gaiato para acolhimento e alojamento de jovens a que se seguiria o Lar do Gaiato, no Porto.

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