A recusa da atribuição da licença de atividade à petrolífera Total foi anunciada em comunicado pela agência brasileira de regulação do ambiente, que alertou para “a possibilidade de fuga de petróleo, que poderá afetar os recifes de corais da região e, consequentemente, a biodiversidade marinha”.

O anúncio surge depois de o Ministério Público brasileiro e organizações ecologistas terem pedido para que não fossem autorizados os trabalhos da Total na foz do rio Amazonas.

Apesar das reservas, a agência de regulação do ambiente do Brasil deu todas as “oportunidades possíveis” para que a filial brasileira do grupo petrolífero francês “clarifique os problemas técnicos”.

A petrolífera Total juntou-se em 2013 à britânica BP e à brasileira Petrobras para adquirir setores de exploração na foz do Amazonas.

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