"Acredito firmemente, de cabeça e coração, que esta foi uma decisão no melhor interesse do Reino Unido", afirmou, numa declaração à porta da residência oficial, em Downing Street, considerando esta uma "etapa decisiva que nos permite seguir em frente e finalizar o acordo nos próximos dias" e que este foi acordo foi o "melhor possível".

A líder do executivo britânico confessou que "as escolhas que tínhamos perante nós eram particularmente difíceis em relação à fronteira com a Irlanda do Norte", mas que a "decisão coletiva foi de que o governo deveria aprovar o rascunho de acordo para a saída e delinear a sua declaração política".

Este avanço é alcançado depois das notícias de 13 de novembro que apontavam para a conclusão do acordo de saída entre a UE e o Reino Unido.

Recorde-se que a até então a primeira-ministra tinha enfrentado fortes críticas dentro do seu Governo devido à proposta de manter o Reino Unido na união aduaneira até que seja possível desbloquear a questão da fronteira irlandesa.

Aprovado pelos ministros, o documento enfrenta agora o escrutínio do Parlamento britânico, onde May terá de justificar as suas escolhas e o seu plano de ação.

Composto por 585 páginas, o rascunho já se encontra disponível para leitura pública, sendo que, segundo o Guardian, a declaração política que vai dar o mote para as negociações futuras vai ser revelada hoje à noite.

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