"O governo britânico deve entender que se alguém abandona a União não poderá ter a mesma posição privilegiada que um Estado- membro", declarou o presidente da Comissão Europeia no seu último discurso sobre o estado da União Europeia em Estrasburgo (nordeste da França).

"Se um país abandona a União, deixa evidentemente de fazer parte do nosso mercado único e, certamente, não é possível conservar algumas partes", declarou Juncker.

Os europeus defendem a integridade do mercado único europeu, baseado na chamadas "quatro liberdades fundamentais": livre circulação de mercadorias, pessoas, serviços e capitais. A rejeição à imigração europeia no Reino Unido foi um dos catalisadores do Brexit.

O tempo é cada vez menor para alcançar um acordo antes da saída do Reino Unido do bloco, prevista para 29 de março. As negociações sobre a questão de como evitar uma fronteira clássica entre a província britânica da Irlanda do Norte e a Irlanda, país da UE, permanecem num impasse.

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