Em comunicado, aquela autarquia do distrito de Braga explica que a obra "passa pela substituição integral do piso das estruturas, garantindo a segurança e o asseio desejáveis a estes equipamentos" e que terá uma duração "previsível" de "dois a três meses".

Segundo o texto, a autarquia "decidiu traçar um plano global de intervenção de todos os passadiços" da sua responsabilidade, "atendendo ao estado de degradação e desgaste do material destes circuitos", que não estão afetos ao Instituto de Conservação da Natureza e Florestas ou Agência Portuguesa do Ambiente.

"Em resultado dos estragos e anomalias que vão sendo registados, o município tem concretizado reparações pontuais. Contudo, considerando o desgaste próprio deste tipo de equipamentos e de materiais, a Câmara Municipal entendeu proceder à substituição integral do piso, intervenção que está a ser executada por recursos humanos do município", lê-se.

No âmbito daquele plano, adianta o texto, é "intenção do município concretizar também intervenção semelhante nos passadiços da frente marítima de Apúlia, tal como a Zona Ribeirinha de Esposende".

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