A CGTP, que prometeu fazer tudo para impedir a concretização da revisão legislativa, que considera prejudicial para os trabalhadores, vai estar nas galerias do hemiciclo com cerca de 300 sindicalistas de todo o país e setores de atividade.

O secretário-geral da Intersindical, Arménio Carlos, vai com os restantes sindicalistas acompanhar a votação final do diploma do Governo.

A UGT quer assistir à aprovação das alterações da legislação laboral que concertou com o Governo e as confederações patronais há pouco mais de um ano.

Por isso, cerca de 20 dirigentes sindicais, liderados pelo secretário-geral adjunto da UGT Sérgio Monte, vão estar nas galerias parlamentares a assistir à votação do diploma do Governo, na última sessão da legislatura.

A Intersindical, que promoveu no dia 10 uma manifestação contra a revisão da legislação laboral, já pediu uma reunião ao Presidente da República para solicitar a sua intervenção no sentido de ser a avaliada a constitucionalidade do diploma.

A CGTP considera que a proposta de lei do Governo, ao invés de pôr termo à precariedade, ao bloqueio da contratação coletiva e à desregulação dos horários, "vai fazer precisamente o inverso".

A central contesta, entre outras matérias aprovadas na especialidade, que o contrato de trabalho temporário a termo certo possa ser renovado até seis vezes, desde que se mantenham os motivos que o justificam.

A proposta de lei do Governo contempla ainda outras alterações à legislação laboral, como o alargamento do período experimental dos atuais 90 para os 180 dias ou a generalização dos contratos de muito curta duração.

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