Questionado pelo PSD na comissão de Defesa Nacional sobre notícias recentes dando conta da falta de combustível de aviação, o general  admitiu que viveu "muito preocupado nos últimos cinco a seis meses" por causa dessa questão.

O general esclareceu que o ramo sofreu cortes "nos fundos disponíveis" de 17%, que diminuíram recentemente para 12%. Essa redução nos cortes permitiu aliviar "um bocadinho" as necessidades urgentes de combustível, disse.

"Estamos um bocadinho mais desafogados mas não estamos como devíamos estar", disse, advertindo que "é suposto" haver uma previsão para garantir pelo menos quatro a cinco meses à frente.

"E isso não está a acontecer", alertou.

O general acrescentou que a tutela está informada sobre a situação.

O CEMFA disse que por ora os constrangimentos ao nível da verba para combustíveis "estão mais atenuados" numa gestão que "tem sido difícil".

Questionado pela Lusa no passado dia 07 sobre as carências do ramo, fonte do gabinete do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, respondeu que o ministério "tem conhecimento da necessidade de combustível para a Força Aérea e que o suprimento da necessidade é essencial à execução das várias missões que lhe estão atribuídas".

De acordo com o gabinete de Azeredo Lopes, no início de junho, o ministério das Finanças aprovou "uma antecipação dos fundos disponíveis para a Força Aérea no montante de seis milhões de euros, de modo a poder fazer face a necessidades urgentes neste domínio".

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