Questionado sobre a morte de Hamza bin Laden durante uma entrevista à emissora Fox divulgada na quarta-feira à noite, o novo chefe do Pentágono absteve-se de dar pormenores sobre a operação durante a qual ele foi morto.

“Não tenho pormenores. E se tivesse não estou seguro de que os poderia partilhar convosco”, declarou Esper, que assumiu funções no final de julho.

Quando questionado sobre se Hamza está mesmo morto, Esper respondeu: “é a indicação que tenho”.

Os ‘media’ norte-americanos anunciaram no final de julho que Hamza bin Laden tinha sido morto e que os Estados Unidos tinham contribuído para a operação que visava a sua eliminação, mas a morte nunca tinha sido confirmada publicamente.

Considerado o filho preferido – até mesmo o sucessor designado – de Osama bin Laden, o fundador da rede na origem dos atentados de 11 de setembro de 2001, o jovem com cerca de 30 anos integrava a lista negra norte-americana dos acusados de “terrorismo”.

Washington tinha oferecido em fevereiro uma recompensa que podia ir até ao milhão de dólares (cerca de 900 mil euros) por qualquer informação que permitisse encontrá-lo.

Hamza bin Laden, frequentemente considerado o “príncipe herdeiro da ‘jihad’ (guerra santa)”, era o 15.º dos 20 filhos de Osama.

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