“O donativo tem o valor de dois mil milhões de francos cfa (cerca de três milhões de euros) e enquadra-se na cooperação sincera e pragmática existente entre os dois países e que já remonta a datas longínquas”, afirmou o embaixador da China na Guiné-Bissau, Jin Hongjun.

Nas declarações aos jornalistas, na Presidência guineense onde decorreu a cerimónia, o diplomata salientou o apoio que a China tem dado à Guiné-Bissau para o desenvolvimento do setor agrícola.

“Entendemos que a agricultura é fundamental na Guiné-Bissau, que é um país agrícola e 80% da população é camponesa, porque ajuda ao desenvolvimento económico, mas também satisfaz as necessidades básicas da população, como salvaguarda a segurança alimentar e a dignidade e a soberania nacional”, disse.

O ministro da Agricultura guineense, Nicolau Santos, afirmou que o donativo “reveste-se de importância capital para as organizações sociais de caridade e para as famílias de agricultores que sofreram prejuízos devido às inundações e seca”.

Além dos agricultores, o donativo vai ser distribuído por 16 instituições da Guiné-Bissau, incluindo orfanatos, hospitais e associações que trabalham com pessoas com necessidade especiais.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.