Numa declaração conjunta, assinada por quatro dos maiores países do mundo em vias de desenvolvimento, os “pesos pesados” das economias em desenvolvimento vincaram que “não pode haver um recuo por parte dos países desenvolvidos”, numa alusão à intenção manifestada pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de romper com o Acordo de Paris, retirando os apoios dos fundos destinados à luta contra as alterações climáticas.

Os quatro representantes dos quatros países coincidiram em que esse acordo, que já entrou em vigor, é “um caminho irreversível” porque representa “toda a comunidade internacional”.

No entanto, e apesar dos avisos, os representantes dos quatro países optaram por um tom amistoso para com os Estados Unidos e reiteraram os seus apelos à “colaboração” com o novo governo norte-americano.

A conferência ocorre um ano após o Acordo de Paris, quando 195 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovaram o acordo para limitar o aumento da temperatura do planeta em até 2ºC em relação aos níveis pré-industriais.

O desafio nesta Conferência do Clima em Marrocos é alcançar um consenso sobre as regras de como implementar o Acordo de Paris.

O tema do financiamento está no centro do debate, tanto em relação à ajuda pública aos países em desenvolvimento de 100 mil milhões de dólares, prometidos até 2020, como ao objetivo de tornar “mais verdes” as finanças mundiais.

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