“Não me vou candidatar ao Parlamento Europeu, penso que está provavelmente na altura de regressar a Portugal”, disse o social-democrata numa entrevista ao site de notícias sobre a Europa Politico.eu.

“Gosto muito do meu trabalho, gostei muito da experiência de ser comissário, gosto muito do Parlamento, mas penso que gostaria de voltar dentro de cinco ou dez anos, não imediatamente depois de ser comissário”, precisou.

Moedas repetiu que “o plano é regressar” a Portugal, onde, disse, gostaria de apoiar empresas emergentes, “no setor privado ou numa organização que apoie ‘start-ups’”.

Carlos Moedas assumiu as atuais funções a 01 de novembro de 2014, mandato que termina dentro de menos de um ano, depois das eleições europeias de maio próximo.

Antes de ser escolhido para a Comissão, o social-democrata foi secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho (2011-2015).

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