Reagindo ao discurso do novo presidente centrista, o secretário-geral da IL disse esperar que o discurso do CDS-PP seja “diferente e renovador” e acompanhe a IL no seu discurso de oposição às políticas socialistas que não têm deixado Portugal crescer.

Miguel Rangel referiu ainda que, durante este congresso tal como na recente campanha eleitoral, o CDS-PP fez “bastante foco” à IL, assim como tem acontecido com o PSD.

“A IL agradece este reconhecimento do espaço não socialista, mas o nosso foco está na oposição ao Governo e ao seu escrutínio”, sustentou.

Já sobre a nova direção centrista, o liberal considerou que não apresenta caras novas, mas alguns históricos.

Por seu lado, o deputado do Chega, Filipe Melo, entendeu haver uma “grande diferença” entre o anterior líder centrista, Francisco Rodrigues dos Santos, e o novo, Nuno Melo.

“Finalmente, temos um CDS-PP novamente alinhado com a direita no combate à oposição a esta maioria socialista e à esquerda”, vincou.

Na sua opinião, só com uma direita “forte e unida” é que será possível pôr termo ao atual mandato do PS e à sua maioria.

E acrescentou: “se não fosse a anterior direção dos CDS-PP ter ostracizado o Chega, certamente o PS não teria a maioria que agora goza”.

O 29.º Congresso do CDS-PP terminou hoje com a eleição de Nuno Melo como presidente do partido, sucedendo a Francisco Rodrigues dos Santos, e dos novos órgãos nacionais.

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