O lançamento-teste ocorreu no sábado e domingo e foi supervisionado por altos funcionários, informou a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

Os mísseis viajaram sobre a Coreia do Norte e suas águas territoriais, atingindo alvos a 1.500 km de distância, acrescentou a KCNA.

A agência chamou o míssil de "arma estratégica de grande significado", acrescentando que "a eficiência e a funcionalidade da operação do sistema de armas foram confirmadas como excelentes".

Ainda segundo a agência, o desenvolvimento do sistema de mísseis tem "importância estratégica", dando à Coreia do Norte "outro meio de dissuasão" para se proteger e "conter fortemente as manobras militares das forças hostis".

O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o anúncio de lançamento.

Pyongyang enfrenta inúmeras sanções internacionais devido à continuação do desenvolvimento dos seus programas nucleares e balísticos.

As negociações nucleares com os Estados Unidos estão paradas desde 2019, e o país não demonstra disposição de abandonar seu arsenal atómico, em vez disso, recusou os esforços da Coreia do Sul para reiniciar o diálogo.

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) disse em agosto que Pyongyang parecia ter reativado o reator nuclear de Yongbyon, alertando tratar-se de um desenvolvimento "profundamente perturbador".

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