A representação da Coreia do Norte na ONU, que afirmou que as sanções estão a inibir o povo norte-coreano do "direito de existência", acentuou que a intensificação das resoluções contra o país viola a soberania da nação e o Direito internacional.

Por isso, a Coreia do Norte instou o secretário-geral da ONU para ouvir juristas de vários países, insistindo que o Conselho de Segurança das Nações Unidas não tem justificação legal ou moral para condenar os testes nucleares ou os lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais e de satélites.

Há um ano, o Secretariado das Nações Unidas liderado por Guterres rejeitou um primeiro pedido de criação de um fórum internacional, com a justificação de que cabe ao Conselho de Segurança determinar o que constitui uma ameaça à paz e segurança internacionais.

No ano passado, a Coreia do Norte realizou um sexto teste nuclear, lançando três mísseis balísticos intercontinentais, no âmbito do desenvolvimento dos programas nuclear e de armas.

O Conselho de Segurança da ONU agravou as sanções económicas contra o país.

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