Em declarações ao canal de informação CNN Portugal, na noite de quinta-feira, o social-democrata adiantou ainda que está “a estudar se haverá ou não fogo-de-artifício”.

“Nos próximos dias tomarei a decisão de restringir aquilo que são os festejos do fim do ano, ou seja, não haverá os típicos concertos na noite do 31, porque isso criaria um grande aglomerado de pessoas. E estamos a estudar se haverá ou não o fogo de artifício […], mas tomarei uma decisão muito rapidamente. […] Haverá seguramente grandes restrições e dentro de um dia ou dois poderei anunciar essa decisão”, indicou.

A tomada de posição de Carlos Moedas surge um dia depois de o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira (Independente), ter cancelado os festejos de fim de ano na cidade nortenha, devido à situação pandémica.

“[…] Era nossa intenção fazer o fogo-de-artifício na praia, mas as circunstâncias são o que são e temos de nos ajustar”, explicou à imprensa o autarca, à margem da inauguração da iluminação de Natal, no Palácio de Cristal.

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