Segundo fontes da Proteção Civil e da PSP no local, a parede de uma casa devoluta na Travessa Fernão Magalhães caiu por cima de uma outra habitação onde se encontrava uma mulher de 74 anos.

Pelas 18:20, a mulher já havia sido resgatada “sem ferimentos” e estava a prestar declarações à Proteção Civil ainda no local.

A situação será agora monitorizada, existindo ainda um perímetro de segurança em torno das habitações.

Em declarações à Lusa, a mulher que viu a casa destruída, Maria da Assunção Rosa, afirmou não saber onde irá hoje pernoitar.

“Talvez debaixo da ponte. Tenho a casa toda no chão”, lamentou a moradora da casa térrea número 132 da Travessa Fernão Magalhães que sofreu com a derrocada da parede da casa contígua.

Um morador da Travessa Fernão Magalhães, Pedro Letra, acusou mesmo a câmara do Porto de se esquecer daquela rua que “parece perdida” e “está perigosa”.

A Lusa apurou que na casa que sofreu com a derrocada moravam três pessoas, não havendo ainda informação da proteção civil sobre onde poderão hoje pernoitar.

A derrocada de uma casa foi hoje à tarde registada na Travessa Fernão Magalhães, centro do Porto.

Equipas do INEM, Proteção Civil, PSP e 16 elementos Bombeiros Sapadores do Porto, com cinco veículos estiveram no local.

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