O maior número de mortes de covid-19 foi registado no passado mês de fevereiro (nove), seguido do mês de janeiro, com seis óbitos de profissionais de saúde, precisam os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) numa reposta á agência Lusa.

Os meses de abril, junho, julho e dezembro registaram uma morte cada um, adianta a DGS, adiantando que estes dados são obtidos através do cruzamento da notificação médica no SINAVE (quando apenas se registou que eram profissionais de saúde) e no Trace Covid-19, com a base de dados do SICO (Sistema de Informação dos Certificados de Óbito).

Neste sentido, não se consegue precisar se estas mortes ocorreram em contexto laboral ou noutra situação, ressalvou uma fonte da DGS à Lusa.

Relativamente ao número de profissionais infetados, os dados apontam que, desde o início da pandemia até 26 de fevereiro, totalizaram 27.973, a maioria assistentes operacionais (8.732), seguidos dos enfermeiros (7.357).

Houve ainda 4.022 profissionais, com categorias não especificadas nos dados, que tiveram a infeção, bem como 3.454 médicos, 1.743 assistentes técnicos, 1.251 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, 612 farmacêutico, 552 técnicos superiores de saúde e 250 técnicos superiores.

“Na sexta-feira, por exemplo, registaram-se 17 novos casos de covid-19 entre profissionais de saúde”, refere a Direção-Geral da Saúde na resposta enviada à Lusa, a propósito do aparecimento dos primeiros casos de covid-19 há um ano, em 02 e março de 2020.

Entre os profissionais que faleceram, estavam três médicos, um enfermeiro, um técnico superior de diagnóstico, dois auxiliares de saúde, um auxiliar de enfermagem, dois administrativos, um colaborador de Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), um bombeiro e sete com categoria desconhecida.

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