“O SEF não confirma que os grandes postos de atendimento ao público tenham estado hoje fechados em consequência da greve convocada pelo SINSEF (Sindicato dos Funcionários dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras)”, refere, em comunicado, aquele organismo.

A presidente do SINSEF, Manuela Niza Ribeiro, afirmou hoje que a adesão ao primeiro de dois dias de greve dos trabalhadores não policiais do SEF registou uma adesão entre 80 e 90% e que os grandes postos de atendimento ao público estavam fechados, incluindo as lojas de Setúbal, Vila Real, Odivelas, António Augusto Aguiar (Lisboa), Porto, Algarve e Coimbra.

“Todas as direções regionais do SEF, incluindo a de Lisboa, com sede na Avenida António Augusto Aguiar, estiveram abertas”, salienta o SEF, acrescentando que apenas alguns balcões não funcionaram.

No comunicado, o SEF repudia também a “ideia veiculada pela presidente do SINSEF de que exista acesso a qualquer base de dados que esteja a pôr em causa a segurança”.

Manuela Niza Ribeiro alertou também hoje que na loja de passaportes do Porto estaria a trabalhar uma estagiária com acesso a todos os dados de passaporte eletrónico português, “uma base de dados altamente confidenciais”.

Os funcionários não policiais do SEF reivindicam um estatuto de carreira especial.

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