“Estou convencido que a cada momento que passa se caminha numa direção muito concreta que é a de evitar que Cristiano se sente no banco dos réus, e evitar que ele passe pelo que Messi passou”, disse Vilarrubi.

O vice-presidente do FC Barcelona comentava a recente decisão de o Ministério Público espanhol ter aceitado substituir por uma multa de 255.000 euros a condenação a 21 meses de prisão decretada ao futebolista argentino Lionel Messi por fraude fiscal.

Carles Vilarrubi considerou que se está a viver “uma sucessão de factos curiosos” e recorda que quando se iniciou o caso Messi – entretanto considerado culpado por ter defraudado o fisco em 4,1 milhões – o jogador argentino foi classificado como “chefe de uma família mafiosa”.

“O ministro das Finanças fez há dias declarações reclamando a presunção de inocência de Cristiano Ronaldo”, disse Vilarrubi, lembrando que tal não aconteceu em relação a Messi.

O vice-presidente do clube catalão lembra mesmo que, em Madrid, os recentes problemas de Cristiano Ronaldo com o fisco são conhecidos como caso Mendes [numa alusão a Jorge Mendes, empresário do jogador], e não caso Cristiano.

Em 13 de junho, o futebolista português foi acusado pelo Ministério Público de quatro delitos contra os cofres do Estado, cometidos entre 2011 e 2014, que contabilizam uma fraude tributária de 14.768.897 euros.

Entretanto, Cristiano Ronaldo, que se encontra a representar Portugal na Taça das Confederações, foi convocado pelo tribunal de instrução de Alarcón, em Madrid, para depor em 31 de julho.

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