Iger, de 71 anos, concordou em voltar a liderar a empresa norte-americana, durante dois anos, com o objetivo de estabelecer uma estratégia de “crescimento renovado”, sublinhou a Disney, em comunicado.

O novo diretor executivo terá também como missão trabalhar em conjunto com o conselho de administração para encontrar um sucessor.

A empresa, fundada em 1923, não especificou as razões da partida de Bob Chapek.

“Agradecemos Bob Chapek pelo seu serviço à Disney (…), incluindo a orientação da empresa através dos desafios sem precedentes da pandemia” de covid-19, disse a presidente do conselho de administração Susan Arnold, na declaração.

Bob Chapek assumiu o cargo no início de 2020, precisamente quando a pandemia começou. Teve de gerir o encerramento de parques temáticos e cinemas, mas também a expansão da plataforma de ‘streaming’.

Os resultados desta atividade foram divulgados recentemente, com a Disney+ ainda a ganhar assinantes no terceiro trimestre, mas as plataformas de ‘streaming ‘do grupo californiano (Disney+, ESPN+ e Hulu) apresentaram uma perda nas operações de quase 1,5 mil milhões de dólares (1,46 mil milhões de euros).

O preço das ações da Disney caíram mais de 13% no dia seguinte ao anúncio destes resultados, no início de novembro.

À frente da empresa de 2005 a 2020, Bob Iger transformou o império de entretenimento, entre as aquisições do estúdio de animação Pixar, em 2006, Marvel, em 2009, ou a maior parte dos ativos do antigo grupo 21st Century Fox, em 2019, terminando o mandato com o lançamento da Disney+.

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