O ataque, que visou o Hotel Dayah, é o mais recente de uma série de atentados à bomba na capital somali.

A primeira explosão atingiu no início da manhã o hotel frequentado por políticos e localizado perto do parlamento e da presidência. Vários homens armados, de seguida, entraram no complexo do hotel, antes da explosão de uma segunda bomba, que feriu os jornalistas que estavam a chegar ao local, disse a fonte citada pela AFP.

Inicialmente, as agências internacionais informaram que um grupo de homens armados tinha atacado hoje o hotel Dayah em Mogadíscio, depois de detonarem um carro armadilhado junto à entrada do edifício.

O capitão da polícia Mohamed Hussein disse que dezenas de pessoas, incluindo deputados, deveriam estar no hotel na altura em que foi lançado o ataque, ao início da manhã, segundo a agência Associated Press (AP).

A agência Efe e a AP escreveram que os disparos continuavam a decorrer no interior do hotel e que o número de vítimas era ainda desconhecido.

Segundo a agência Efe, os radicais do Al Shabab, filial da Al-Qaida na Somália, reivindicou este ataque em Mogadíscio, onde nos últimos meses tem levado a cabo vários atentados que causaram a morte a dezenas de civis.

Apesar de não haver um número oficial de vítimas mortais, a rádio Andalus, com ligações aos radicais, disse que o ataque causou vários mortos.

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