“Confirmamos a morte de sete pessoas em duas explosões e, pelo menos, mais 10 pessoas ficaram feridas”, disse à Agência France Presse (AFP) Ibrahim Mohamed, um responsável da polícia local.

“As forças de segurança isolaram a zona e está em curso um inquérito”, acrescentou.

A televisão somali Universal TV, com sede em Londres, indicou que três dos seus colaboradores morreram no duplo atentado, entre os quais um jornalista que possuía nacionalidade somali e britânica, Awil Dahir.

A primeira explosão ocorreu num posto de controlo perto do Teatro Nacional, situado a cerca de 500 metros do palácio presencial.

“A segunda explosão foi muito forte”, declarou à AFP Idil Hassan, uma testemunha. “Vi muitos cadáveres, entre os quais de elementos das forças de segurança”, disse.

O duplo atentado foi reivindicado pelos islamitas shebad, filiados na Al Qaida, que indicaram num comunicado ter atingido “um posto de controlo de segurança que protegia o palácio presidencial”.

Expulsos de Mogadíscio em 2011, os shebad perderam o essencial dos seus bastiões. Mas controlam ainda vastas zonas rurais onde mantêm operações de guerrilha e atentados suicidas contra a capital e alvos governamentais, de segurança e civis.

Juraram derrotar o governo somali, apoiado pela comunidade internacional.

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