“Nós só queremos Miguel a presidente” são as palavras de ordem que se ouvem nas instalações da sede dos sociais-democratas, no Funchal, numa referência a Miguel Albuquerque, atual presidente do Governo Regional e cabeça de lista dos sociais-democratas.

O PSD, que foi o partido mais votado, com 56.448 votos (39,42%) e pode fazer uma coligação à direita com o atual maior partido da oposição, o CDS, que perdeu quatro deputados, elegendo três representantes.

Os centristas obtiveram 8.246 votos (5,76%).

Ainda antes de estarem fechados os resultados, o número dois da lista do CDS-PP às eleições legislativas de hoje na Madeira, José Manuel Rodrigues, admitiu uma coligação eleitoral com quem vencesse as eleições ao afirmar que o seu partido pode ser decisivo na formação do futuro Governo Regional.

“Apesar desta bipolarização [entre PSD e PS], o CDS mantém a sua representação parlamentar, mantém o grupo parlamentar e isso pode ser decisivo na formação do futuro governo da Madeira”, disse aos jornalistas.

O PS aumentou o seu grupo parlamentar de cinco para 19 deputados.

Por seu turno, o JPP reduziu a sua representação de cinco para três elementos.

O PCP/PEV ficou reduzido a um deputado e o BE e O PTP saem da Assembleia Legislativa da Madeira.

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