“Destaca-se o facto de todos os candidatos - no total de 331, entre suplentes e efetivos -, apenas com uma exceção, pertencerem aos respetivos distritos, o que constitui um facto inédito, com o qual o presidente do partido se tinha comprometido”, defendeu José Silvano, em conferência de imprensa antes do arranque do Conselho Nacional, em Guimarães, distrito de Braga.

A exceção, apontou, será a do líder da estrutura autónoma dos TSD, um órgão nacional.

José Silvano, natural de Vila Real e que costuma ser candidato por Bragança, vai ser o número dois por Lisboa, com a assessoria do partido a considerar que não se insere na categoria de “paraquedista” por ocupar um cargo nacional, a secretaria-geral do partido.

José Silvano leu depois os nomes dos três primeiros candidatos por cada círculo eleitoral, onde constam alguns vogais da Comissão Política Nacional, como António Topa, número dois por Aveiro, António Maló de Abreu, número dois por Coimbra, ou Ofélia Ramos, número três por Faro.

Foram também confirmados alguns nomes de atuais deputados que são novamente candidatos à Assembleia da República: Duarte Marques, número três por Santarém; Marques Guedes, número cinco por Lisboa; Pedro Alves, número dois por Viseu; ou Emília Cerqueira, número dois por Viana do Castelo.

Questionado sobre a polémica na construção das listas na distrital do Porto – que ameaça votar contra em Conselho Nacional por falta de representatividade de algumas concelhias -, o secretário-geral do PSD desvalorizou.

“No Porto, a razão dessa crítica não existe: todos os candidatos do distrito do Porto são do Porto”, afirmou.

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