Em declarações à agência Lusa, Inês Drummond (PS) avançou que pediu à empresa que começasse a operar na freguesia, mais concretamente na zona envolvente da Avenida do Colégio Militar e do Fonte Nova, “o mais rapidamente possível”, estando o seu início previsto para abril.

A autarca defendeu que a zona de Benfica é heterogénea, havendo “zonas onde não se justifica a entrada da EMEL” e outras onde a pressão é maior.

Inês Drummond acredita que a regulação do estacionamento naquela zona vai “melhorar a qualidade de vida dos moradores”.

Em janeiro, a Junta de Freguesia de Benfica organizou uma “consulta de bairro informal” sobre a entrada da empresa municipal, na qual 318 pessoas votaram a favor, e 94 contra, sem votos brancos ou nulos, perfazendo 77,2% de votos favoráveis e 22,8% de votos contrários à regulação do estacionamento.

Nessa altura, mais de 200 cidadãos já tinham assinado uma petição que pedia a entrada da EMEL nas ruas limítrofes ao centro comercial Fonte Nova para pôr fim ao “estacionamento selvagem e caótico” naquela zona.

A socialista explicou que a EMEL tem sempre respeitado a vontade da junta de freguesia, comprometendo-se a promover mais consultas de bairro caso ache necessário, à semelhança do que aconteceu em janeiro.

Falando à Lusa em janeiro, Inês Drummond defendeu ainda que a zona envolvente da avenida do Colégio Militar e do Fonte Nova é atualmente muito pressionada, sobretudo após o início da tarifação nas freguesias vizinhas de Carnide e São Domingos de Benfica.

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