O anúncio foi feito na página oficial da Associação Sindical na rede social Facebook.

A ASPE indica que a “marcha branca” de homenagem à enfermagem não está a ser organizada pelos sindicatos, mas decidiu avançar para a marcação de um dia de greve geral “para facilitar a participação de todos os enfermeiros” no desfile.

A marcha tem sido divulgada também através das redes sociais pelo Movimento Nacional de Enfermeiros, que dizem que estes profissionais “continuam focados” em “demonstrar o verdadeiro papel do enfermeiro como agente fulcral na persecução de qualidade de cuidados de saúde para todos”.

Coincidindo com o Dia da Mulher, a “marcha branca” pretende homenagear ainda “uma das figuras centrais da enfermagem”, Florence Nightingale, enfermeira que no século XIX mudou o paradigma da profissão, tendo sido considerada pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia.

Entre os motivos que fundamentam a marcação da greve para dia 8 de março, a ASPE refere a “dignificação da profissão” e o descongelamento das progressões na carreira, um dos pontos que mantém em oposição sindicatos e Governo e que motivou já duas greves em blocos operatórios, uma delas em curso ainda em dez hospitais.

A ASPE é um dos dois sindicatos responsáveis pela convocação das duas greves cirúrgicas.

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