Pedro Sánchez (PSOE, socialista), Pablo Casado (PP, direita), Albert Rivera (Cidadãos, direita liberal), Pablo Iglesias (Unidas Podemos, extrema-esquerda) e Santiago Abascal (Vox, extrema-direita) vão começar por responder cada um deles, no debate que começa às 22:00 (21:00 em Lisboa) e se prolonga durante duas horas e 45 minutos, à pergunta: “Estamos perante uma repetição eleitoral. Como saímos desta?”.

Vários dos candidatos dos cinco maiores partidos do anterior parlamento interromperam ou reduziram significativamente desde domingo a sua participação na campanha eleitoral de oito dias, que começou na passada sexta-feira, para prepararem a sua intervenção na aguardada discussão televisiva em que esperam convencer os espanhóis indecisos.

Vários analistas consideram que no debate “todos vão estar contra todos” e em particular “todos contra Sánchez”, com a direita a atacar a gestão socialista, que considera demasiado branda, da crise catalã e a condução da política económica do país.

Nas últimas eleições, em 28 de abril, o PSOE foi o mais votado com 28,7% dos votos, seguido pelo PP 16,7%, o Cidadãos 15,9%, o Unidas Podemos 14,3% e o Vox 10,26%.

Segundo uma sondagem publicada domingo no El País, o PSOE voltaria a ganhar as eleições mas a perder força, com 27,3%, seguido pelo PP que sobe para 21,2% e o Vox que se pode tornar no terceiro partido mais importante com 13,7%.

A forte subida dos dois partidos de direita é feita à custa do Cidadãos, que baixaria para 8,3%, enquanto à esquerda o Unidas Podemos pode descer para 12,4% e assiste ao aparecimento de um novo partido, o Mais País, com 4,4%.

Tanto o bloco de partidos de esquerda (PSOE, Unidas Podemos e Mais País) como o de direita (PP, Cidadãos e Vox) ficariam longe da maioria absoluta de 176 deputados, num total de 350.

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