Este fogo, que começou por um descuido de um homem que estava a fazer trabalhos de soldadura, foi o primeiro dos três incêndios que fustigaram a Gran Canária nas últimas duas semanas.

O homem, de 55 anos, foi detido pela Guardia Civil horas depois do início do fogo, mas conseguiu ser libertado através do pagamento de uma fiança fixada em 25 mil euros, refere a agência de notícias espanhola EFE.

Este incêndio obrigou à retirada de mil pessoas de duas dezenas de localidades nos municípios de Artenara, Tejeda e Gáldar.

Apesar de as chamas estarem extintas - duas semanas depois de terem começado a lavrar naquela ilha espanhola - o serviço de emergência nas Canárias usou a sua conta na rede social Twitter para recomendar “muita precaução” à população.

Este aviso deve-se ao facto de um outro grande incêndio florestal, que deflagrou em Valleseco há nove dias, ainda não estar nem controlado nem extinto, mas apenas estabilizado.

Este incêndio já queimou 9.200 hectares de floresta e obrigou à retirada de 10 mil pessoas.

Este último grande fogo, cujas causas ainda estão a ser investigadas, está a ser combatido pelos bombeiros, pelo que as autoridades insistem em pedir à população para que não atrapalhe os trabalhos nem o regresso à normalidade daqueles que foram realojados há alguns dias.

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