Na semana passada, a revista Sábado tinha avançado com a notícia, dando conta que "os cerca de 2100 párocos têm indicações claras dos bispos para fazerem da morte assistida o tema central das homilias". A mensagem a passar seria sobre a posição da Igreja Católica no que respeita aos projetos de lei que esta semana serão discutidos na Assembleia da República visando a despenalização da eutanásia.
Segundo reportagem da SIC Notícias emitida este domingo, a indicação foi seguida em várias paróquias e o tema foi abordado em várias missas realizadas no país este domingo.
Ao contrário do que aconteceu em maio de 2018, desta vez a Igreja Católica defende abertamente a realização de uma consulta popular sobre o tema da eutanásia. A 11 de fevereiro, o Conselho Permanente da Conferência Episcopal reuniu-se em Fátima e os bispos voltaram a apelar aos profissionais de saúde para não cederem a atos como a eutanásia, o suicídio assistido “ou a supressão da vida”, mesmo em casos de doença irreversível.

De acordo com a lei, os referendos podem ser pedidos por grupos parlamentares, pelo Governo ou por grupos de cidadãos. Depois, o Tribunal Constitucional aprecia o pedido e, por fim, a decisão cabe ao Presidente da República.

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