Tunzi, de 26 anos, natural de Tsolo, é terceira sul-africana a ter sucesso na história desta competição, conquistando o público e o júri com as suas ideias contra o racismo e o machismo, venceu a gala realizada neste domingo à noite em Atlanta, Estados Unidos.

Para chegar ao título da 68.ª edição do concurso, a sul-africana superou concorrentes de outros 89 países.

A porto-riquenha Madison Anderson, foi nomeada primeira dama de honra e a mexicana Sofía Aragón foi escolhida como a segunda dama de honra.

Miss Universo 2019
ATLANTA, GEORGIA - DECEMBER 08: (EDITORIAL USE ONLY) (L-R) Top five contestants, Miss South Africa Zozibini Tunzi, Miss Puerto Rico Madison Anderson, Miss Colombia Gabriela Tafur Nader, Miss Thailand Paweensuda Drouin and Miss Mexico Sofía Aragón, appear onstage at the 2019 Miss Universe Pageant at Tyler Perry Studios on December 08, 2019 in Atlanta, Georgia. Paras Griffin/Getty Images/AFP créditos: 2019 Getty Images

“Eu cresci num mundo onde uma mulher como eu, com o meu tipo de pele e cabelo, nunca foi considerada bonita. E acho que é hora de isso terminar hoje", disse Tunzi, na sua última mensagem antes da deliberação final.

Durante a competição, a sul-africana teve que responder a uma pergunta sobre o que ela acha que é a coisa mais importante que as jovens mulheres devem aprender dos dias de hoje.

"Liderança. É algo que falta a mulheres e mulheres jovens há muito tempo, não porque elas não a desejavam, mas por causa de como a sociedade rotulou como as mulheres deveriam ser", disse.

A última mulher negra a vencer tinha sido a angolana Leila Lopes, em 2011, na altura com 25 anos, que foi eleita Miss Universo numa gala que decorreu na cidade brasileira de São Paulo.

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