Segundo um comunicado do PAN, a atual democracia “não acompanha as necessidades dos cidadãos, nem tampouco lhes propõe modelos exequíveis de governação mais participativa e descentralizada”.

“Esta frustração, na nossa análise, levou à eleição de um ator social mediático que, em paralelo e paradoxalmente não foi levado a sério pelos ‘media’, pelos diversos agentes sociais do país e mesmo pelo maior partido concorrente, o Democrata”, salienta o partido.

O PAN salienta também que “nenhum país sairá beneficiado com a presidência de um candidato que apoia uma posição meramente ideológica, republicana, de que as alterações climáticas são inexistentes”.

“Consideramos que mais perigoso que não adotar medidas realistas para a adaptação climática é negar à partida que tal facto científico existe”, referem.

Donald Trump venceu as eleições presidenciais norte-americanas, derrotando, contra o que previam as sondagens, a adversária democrata, Hillary Clinton.

No discurso de vitória, Donald Trump disse que será o Presidente de todos os americanos e que é hora de os norte-americanos curarem as feridas da divisão e se juntarem "como um povo unido".

Afirmou também que os Estados Unidos irão "dar-se bem com todas as Nações que queiram dar-se bem" com Washington.

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