"A única coisa que fazem é uma campanha contra o PS. Querem nestas eleições vingar-se daquilo que tem sido o sucesso da ação governativa do Partido Socialista ao longo destes três anos", afirmou, discursando num jantar de pré-campanha, na Lixa, concelho de Felgueiras.

O secretário-geral do PS, que estava acompanhado do cabeça-de-lista do partido às Eleições Europeias, Pedro Marques, insistiu na referência ao PSD: "Quando eles nos atacam, só têm um objetivo, que é enfraquecer o PS, enfraquecer o Governo, derrubar o Governo e destruir tudo aquilo que conseguimos recuperar nos últimos três anos. E nós não vamos permitir o regresso daquela direita que não deixou boa memória no nosso país".

Falando perante algumas centenas de pessoas que enchiam o pavilhão da Casa do Povo de Borba de Godim, António Costa acrescentou: "Eles [PSD] não nos perdoam, porque eles acreditavam mesmo que era necessário continuar com a austeridade, continuar a cortar nos salários, continuar a cortar nas pensões, continuar a aumentar os impostos para podermos ter contas certas”.

Para o líder socialista, o PSD está incomodado, porque o PS tem uma governação "com contas em dia", tendo “reposto os salários, tendo reposto as pensões e aumentado a justiça fiscal em Portugal".

Olhando para as Eleições Europeias de maio, o secretário-geral do PS lançou um repto aos eleitores: “Eu quero aqui dizer, olhos nos olhos, a todos: quem não deve não teme, nós não devemos e não tememos. É por isso que nós pedimos aos portugueses que, nestas eleições, nos deem um voto de confiança para podermos continuar a governar, para podermos continuar a melhorar as condições de vida dos portugueses".

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