Basílio Horta, fundador do CDS e deputado pelo PS na anterior legislatura, falava aos jornalistas após ter recebido na Câmara de Sintra Pedro Marques, que se encontrava acompanhado pelas "números dois e quatro" da sua lista, respetivamente Maria Manuel Leitão Marques e Margarida Marques.

Questionado pelos jornalistas se Pedro Marques, enquanto ministro das Infraestruturas, tinha demorado a agir para resolver os problemas da linha ferroviária de Sintra, Basílio Horta defendeu que Pedro Marques foi um "grande ministro", alegando que "conseguiu fazer o que fez sem dinheiro".

Para o antigo deputado socialista, o "grande problema de julgar as pessoas é julgá-las na sua globalidade e não apenas nos atos individuais que pratica".

"Isso é julgamento errado e muito tendencioso. Nós temos de ver as matérias em causa no quadro em que elas se verificam", justificou.

Basílio Horta disse ainda que o atual ministro, Pedro Nuno Santos, "está a tratar do assunto" referente à linha de Sintra, uma vez que a situação não se pode manter, sendo, na sua perspetiva, "urgente" a reparação e colocação em funcionamento do material circulante.

"Se assim for, imediatamente a supressão de carreiras passa a ser cada vez menor e o problema começará não a ser resolvido, mas, pelo menos, grandemente atenuado e tem que ser feito com urgência", referiu.

O autarca falava após uma reunião com Pedro Marques, em que este também presente o deputado do PS Sérgio Sousa Pinto, também presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros.

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