O pavilhão está cheio, cerca de duas mil pessoas, e o presidente da Juventude Popular grita: "Estou neste congresso completamente solto e completamente livre", esta é uma "candidatura sem padrinho, sem donos e não deve nada a ninguém". Muitas palmas. "Uma candidatura construída de baixo para cima".

Chicão vai dizendo, com algumas frases-feitas, que o partido "não é loja de conveniências" e que "as ideias têm uma lógica". É preciso ganhar aos de fora (oposição) e "vencer os egos de dentro", voltar a dar uma identidade ao CDS, porque "os portugueses têm dúvidas" sobre ela. "Não somos um produto de contrafação, de meias-tintas".

Lembra Adriano Moreira, mas esquece que foi este exatamente o líder com o pior resultado de sempre do CDS, ao eleger apenas quatro deputados, e que fez com que o apelidassem "partido do táxi".

Dez minutos e nenhuma ideia sobre em que voltar a creditar, mas muita energia. No final, a sala esvazia para menos de metade.

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