"Com vista a garantir a recolha das provas e assegurar a sua integridade foi determinado que o local fique sob vigilância da PSP, só sendo permitido o acesso mediante autorização escrita do Ministério Público", lê-se numa nota publicada no site da Procuradoria da Comarca da Madeira.

O procurador-coordenador da Comarca da Madeira, Nuno Gonçalves, explicou, no entanto, à agência Lusa que o Ministério Público permitiu a deslocação ao local dos técnicos indicados pelo município e pela diocese do Funchal e garantiu que os elementos por estes recolhidos "não vão ser ignorados".

Porém, vincou que está em curso um processo de seleção e nomeação de peritos nas áreas florestal e botânica por parte do Ministério Público, tendo sido solicitada a colaboração de uma instituição universitária não sedeada na região autónoma.

"O que vai valer é a nossa peritagem", afirmou Nuno Gonçalves.

A Câmara Municipal do Funchal emitiu, entretanto, um comunicado onde reitera a sua "total disponibilidade" para colaborar com as autoridades judiciais que estão a investigar as causas da queda da árvore, um carvalho centenário que na terça-feira matou 13 pessoas e feriu 49 durante a celebração da Festa do Monte, em honra da padroeira da ilha.

Oito das vítimas mortais são do sexo feminino e cinco do masculino, sendo uma criança de 1 ano e as restantes com idades entre os 28 e 59 anos. Uma mulher francesa e outra húngara figuram entre os mortos.

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