Segundo a acusação, deduzida a 14 de novembro de 2017, os factos reportam-se ao período de setembro de 2014 a maio de 2015, enquanto o arguido exercia funções públicas na AMTP, lê-se na nota da procuradoria.

“O arguido manipulou o sistema informático, a que tinha acesso por virtude das suas funções, acrescentando valores aos montantes que lhe eram devidos a título de vencimento, pelo mesmo modo, alterou autorizações de pagamentos a fornecedores e editou transferências interbancárias, logrando endereçar para contas bancárias de que tinha disponibilidade pagamentos pretensamente efetuados a fornecedores”, refere a acusação, citada na PGD.

Desta forma, o suspeito apropriou-se de 17.400 euros, estando acusado de um crime de peculato e de um crime de falsidade informática.

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